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Diversidade nas avaliações em meio à pandemia

Neste artigo, Andrea Godinho, coordenadora do Ensino Médio do Colégio Poliedro, incentiva as escolas a desenvolver cada vez mais suas metodologias, e a tornar suas avaliações mais criativas *Andrea Godinho Um parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), emitido em julho, solicitou que as redes de ensino de todo o Brasil evitem reprovar alunos em 2020, sugerindo uma diversificação nas estratégias de avaliação. A recomendação reforça a necessidade de cautela, neste momento, para evitar análises desproporcionais, apontando que as escolas devem refletir sobre o contexto geral do estudante, e não somente sobre o resultado das avaliações realizadas ao longo do ano. Toda reprovação escolar é uma medida extrema, dentro ou fora do contexto de uma pandemia. No caso do ensino privado, supondo que grande parte dos alunos têm as condições necessárias para o estudo, é preciso levar em consideração que a maneira com que haviam se acostumado a aprender mudou drasticamente da noite para o dia. Analisar o envolvimento e engajamento do aluno e de sua família, o processo de adaptação ao novo formato, o acompanhamento da orientação educacional, entre outros fatores, podem auxiliar nas decisões que serão tomadas. De modo geral, os regimentos escolares propõem uma média mínima a ser obtida entre os resultados das avaliações, mas os modelos e formatos dessas avaliações podem ser diversos. Há a possibilidade de aplicar avaliações formais que exigem habilidades técnicas e acadêmicas; avaliações interdisciplinares e diversificadas, que medem competências e habilidades de estudantes nas resoluções de problemas e até mesmo avaliações diárias, aplicadas por meio de jogos, formulários ou quizzes, que ajudam o aluno a entender como foi o seu desempenho em cada aula. O fato é que, ao longo da pandemia, tivemos possibilidades mais frequentes de os alunos acompanharem seus próprios aprendizados e de entenderem quais as formas mais eficientes de consumirem conteúdo. Durante as avaliações neste formato remoto, a possibilidade de consulta foi uma preocupação frequente das instituições de ensino. Como verificar se o aprendizado foi realmente efetivo? Como saber se não estão conversando em grupos de WhatsApp ou consultando a internet? Evolucional inova na preparação de alunos para 'Enem Seriado' SAE Digital realiza primeiro teste online durante a pandemia Fundação Lemann debate o futuro da avaliação no dia 26 Como a pandemia está ressignificando a avaliação nas escolas De fato, não podemos ter total controle sobre isso. Devemos confiar em nossos alunos e na parceria que temos com as famílias, sem perder de vista que alguns, inevitavelmente, não atingiram um grau de maturidade suficiente para entender que a nota, por si só, não impacta de modo relevante em sua trajetória ou garante seu aprendizado. A grande questão é: a partir dessas constatações, por que não adaptar as avaliações para que sejam mais produtivas e funcionem como mais uma alternativa de estudo? As provas em grupo, por exemplo, podem trazer grandes benefícios, aplicando problemas interdisciplinares que proporcionem a interação com colegas e gerem diferentes propostas de solução. Modificando a estratégia, a escola oferece mais uma oportunidade de que o aluno construa o seu aprendizado, além de desenvolver habilidades que geralmente são potencializadas na condução de projetos, como o espírito de equipe, e o protagonismo, por exemplo. Toda a avaliação tem o seu propósito. Mas existem alternativas, e não precisamos nos fechar em um só modelo. O cenário nos ajudou a perceber que existe uma gama de oportunidades que não estavam sendo plenamente exploradas, seja por uma questão cultural, seja por uma preocupação em seguir modelos pré-existentes. Quando diversificamos as maneiras de avaliar, criamos a possibilidade de alcançar diferentes perfis de alunos e formas de aprendizado. Apesar de todas as dificuldades, esse foi um período que estimulou a fuga do lugar comum e potencializou o leque de estratégias das instituições educacionais. Professores desenvolveram novas formas de ministrar suas aulas e de engajar seus alunos, seja por meio da aplicação de metodologias ativas ou por meio da maior participação dos jovens na construção das aulas. Observamos uma dissolução de resistências visando ao objetivo maior de formação efetiva dos estudantes mesmo em um modelo de ensino à distância. Com todas essas modificações, é importante que as instituições desenvolvam seus planejamentos educacionais de 2021 levando em consideração o ano de 2020 com noções de continuidade, não de rompimento. Tivemos muitos aprendizados importantes, que não devem ser desconsiderados para retornarmos aos formatos convencionais. Cada escola deve analisar o que teve de positivo e o que é relevante para manter um pleno funcionamento, prezando pela segurança de seus colaboradores e alunos. É hora de cada escola continuar se empenhando em desenvolver cada vez mais suas metodologias, buscando a oferta de um ensino de excelência para todos os seus estudantes. *Coordenadora do Ensino Médio do Colégio Poliedro

6º Edtech Meetup acontece nesta quinta, 26, como evento online

Evento criado por jovens empreendedores de Brasília contará com três palestrantes de peso e será transmitido pelo YouTube A Educação se encontra em um momento decisivo quanto aos rumos que pretende tomar após a pandemia do coronavírus. Um consenso é que não será mais a mesma de antes. A nova realidade, primeiro com a manutenção do ensino remoto até pelo menos o fim de 2021, e com a forte tendência ao ensino híbrido, deixa claro que o jeito como se aprendia nas salas de aula não deve ser retomado. Por isso, o tema do 6º Edtech Meetup não poderia ser mais apropriado: "Enfim, o Iluminismo educacional". Para a idealizadora e organizadora do evento, Nathalia Kelday, o grande objetivo do Edtech Meetup é realizar a ponte entre as edtechs e as instituições de ensino de Brasília, gerando networking e negócios. "Precisamos discutir e saber até que ponto as escolas estão preparadas para fazer realmente essa transformação digital ou se estão vivendo numa falsa ilusão da transposição digital. Só assim vamos, de fato, contribuir de forma significativa para se cumprir o paradigma da escola do novo milênio", disse Nathalia. Banrisul lança hub de inovação com Tecnopuc Surge novo fundo de R$ 100 milhões para investir em startups ESPM acelera incubadora de startups iniciada em 2020 As inscrições, gratuitas, podem ser efetuadas diretamente no site do evento. O público-alvo do evento são os representantes do ecossistema de edtechs, educadores e diretores de instituições de ensino, membros do governo e entusiastas da transformação na Educação. A transmissão do evento se dará pelo canal do YouTube do movimento. A abertura será de Nathalia Kelday, com uma analogia entre a Revolução Francesa e o momento atual. O evento ainda contará com a apresentação de palestras de três nomes representativos de toda a discussão em torno das transformações no setor: Uma revolução Real, 16h Guilherme Cintra - sócio da Gera Capital e Diretor de Estratégia e Inovação da Eleva Educação​ As mudanças impostas pela pandemia podem gerar uma transformação educacional se adotarmos abordagens que consigam a adesão de pais, alunos e educadores. É preciso pensar como incluir esses agentes no processo transformador. Moonshot Educação - Ensino remoto e inovação na pandemia, 17h Paulo Tomazinho - membro do Grupo Técnico de Inovação em Ensino Superior do Semesp e do Grupo de Inovação do Sinepe-PR, além de atuar como Investidor e Advisor de startups (Hubo, MoonshotEdu, Meta Aprendizagem e Eduqz). Conheça detalhes da criação e do desenvolvimento da Moonshot Educação, case de sucesso que, em poucos meses, já impactou mais de 100 mil professores em todo o país com cursos online e gratuitos. ​ Possibilidades para uma educação mediada por tecnologia, 18h Juliano Costa - Vice-Presidente de Produtos Educacionais da Pearson para a América Latina Como usar a tecnologia no âmbito educacional, em contexto de transformações rápidas e constantes? Os desafios trazidos pela pandemia da Covid-19 exigem reflexões sobre como aliar aprendizado e novas tecnologias. O Edtech Meetup Brasília será realizado nesta quinta-feira, 26 de novembro a partir das 15h. O Educador21, parceiro de conteúdo do evento, também acompanhará as palestras e discussões com uma cobertura completa para os leitores. Criado em Brasília no ano de 2017, o movimento Edtech Meetup chega à sua 6ª edição em plena pandemia. O evento, que já é considerado o maior do segmento no Centro-Oeste, desta vez será realizado remotamente, como mandam os protocolos sanitários para este momento. A cada ano, jovens empreendedores de Brasília se reúnem para discutir a respeito do que têm desenvolvido como soluções e inovações tecnológicas para a área da educação. O evento objetiva aproximar startups e instituições de ensino. Todos os eventos trazem um tema central para nortear as palestras e as discussões. Já foram discutidos o futuro da educação no país e, no ano passado, o tema foi “Educação, Bug do Milênio”. Da primeira edição, com 60 participantes e dez edtechs reunidas, o evento atingiu a marca de 771 participantes e 60 edtechs, em 2019. O Edtech Meetup Brasília também publica um censo anual -- um mapa de dados aprofundados do ecossistema de edtechs do Distrito Federal. Desta vez, foi divulgado também um memorial, que dá conta da trajetória das edtechs da região desde 2017. O levantamento de 2020 mostra um crescimento das edtechs em Brasília, apesar do cenário de crise no período em todo o país. Das 99 startups de educação que passaram pelo censo, uma fez seu "exit" -- foi comprada por outra empresa --, seis deixaram o ecossistema e 24 "morreram pelo caminho". "É muito gratificante e esperançoso acompanhar esse ecossistema crescer, e que, com o amadurecimento das edtechs, muito em breve será possível notar transformações impactantes nas instituições de ensino", disse Nathalia Kelday. Mas a boa notícia é que entre 2017 e 2020, segundo dados da série temporal do censo da Edtech Meetup Brasília, houve um crescimento da ordem de 867% de edtechs em fase de tração -- quando é atingido o amadurecimento e o mercado é consolidado -- na região. O material completo pode ser consultado neste link. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #startupas #edtechs #edtechmeetup

Enem 2020: preparação requer soluções inovadoras e tecnologia

O Educador21 foi buscar exemplos de soluções para ajudar os estudantes a potencializarem seus estudos nessa reta final para o Enem A aproximação das provas do Enem -- que costuma deixar os estudantes ansiosos -- desta vez traz um agravante: as dúvidas em relação ao exame. A preocupação acabou intensificada pelos desafios enfrentados durante a pandemia, as aulas remotas, o planejamento dos estudos em casa e a manutenção da saúde emocional. ARTIGO: Enem Seriado é mais do que nova forma de acesso para universidades Diante desse cenário, o Educador21 saiu em busca de exemplos de soluções para ajudar os estudantes a potencializar seus estudos nessa reta final. Em virtude da pandemia do novo coronavírus, o Enem 2020 será aplicado em 2021, em duas versões. O Enem Impresso, presencial, está marcado para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021. E o Enem Digital aplica exames nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. A edtech Descomplica, com larga experiência na preparação de alunos para vestibulares, promove um megassimulado gratuito. Mais de 85 mil estudantes participam da iniciativa, que segue até janeiro. Já a Plataforma AZ de Aprendizagem -- marca da Conexia Educação que conta com um conjunto de soluções educacionais inovadoras para a Educação Básica -- criou o Desafio 100 Dias AZ. A metodologia da Plataforma AZ é considerada líder em notas 1.000 na redação do Enem 2019. Também é apontada como referência em aprovação nos vestibulares mais concorridos do Brasil. Com o objetivo de garantir a alta performance dos estudantes, preparou um conjunto de ações para orientar os alunos. "A metodologia AZ no Ensino Médio promovendo uma formação personalizada. Nesse momento de incertezas, estamos ainda mais perto dos alunos com conteúdos no YouTube, Facebook, Instagram, TikTok e blog, para que eles possam acessar como e quando quiserem", explicou Sandro Bonás, CEO da Conexia Educação. Entre os materiais produzidos, estão vídeos semanais no canal do AZ no YouTube, com as principais dicas para o Enem e a participação de professores-show do AZ e edutubers como Débora Aladim e Prof. Noslen. O megassimulado Descomplica é formado por 180 questões mais uma Redação. A duração é a mesma do Enem. E quando o usuário começa, deve ir até o final, não havendo a possibilidade de interromper ou deixar o que foi feito salvo para prosseguir posteriormente. "Mesmo que a data tenha mudado, é muito importante o vestibulando ter um contato com um simulado para treinar o tempo de resposta para as questões. Com os dados gerados pelos resultados do simulado, o aluno poderá personalizar seus estudos mais facilmente", disse Matheus Pires, Gerente Pedagógico do Descomplica. 33 edtechs brasileiras no TOP 100 da América Latina Descomplica é uma das '100 Startups to Watch' de 2020 Faculdade Descomplica é lançada com programação especial A sugestão de redação é pensada dentro de um tema que virou boato entre os estudantes como possível norte para parte escrita da prova -- Tabagismo, por exemplo. Os participantes podem realizar o exame em PDF ou digitalmente. Mas apenas assinantes do Descomplica podem enviar o texto para a avaliação e correção dos professores. Da mesma forma, o megassimulado conta com uma avaliação para auxiliar os alunos a se prepararem para a prova. Sendo que os assinantes da plataforma ainda podem participar das revisões ao vivo que acontecem diariamente e são exclusivas. "Neste momento tão difícil que o Brasil inteiro enfrenta, o Descomplica busca ajudar alunos no país inteiro a seguirem seus estudos. Um dos nossos motes é a democratização do ensino", ressaltou Matheus. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #Enem2020

Professores consideram imprescindível conectar escolas para 2021

Pesquisa da Datafolha encomendada pela Fundação Lemann mostra que 73% dos educadores dizem que, após a pandemia, utilizarão mais tecnologia no ensino do que usavam antes O acesso à internet foi uma das grandes barreiras para a manutenção do processo de ensino-aprendizagem em 2020, em virtude da pandemia do novo coronavírus. Mas com a tendência de um modelo de ensino híbrido na Educação, uma escola conectada será a chave para que os alunos consigam recuperar a aprendizagem. Pesquisa Datafolha encomendada pela Fundação Lemann mostrou que, após esses desafios, os professores estão mais preparados e pretendem usar mais as ferramentas tecnológicas. Foram entrevistados 1.005 professores da rede pública entre setembro e outubro de 2020, em todo o país. Segundo os dados obtidos, 73% dos educadores dizem que, após a pandemia, vão utilizar mais tecnologia no ensino do que usavam antes. No entanto, menos da metade (45%) dos profissionais consideram a conexão adequada atualmente e quase 30% não têm qualquer internet na unidade escolar. "Com o isolamento social e o fechamento de escolas, o ensino remoto foi implementado em caráter emergencial. Em 2021 vamos migrar para um modelo híbrido e temos ainda tempo de nos preparar", disse Cristieni Castilhos, gerente da Força Tarefa Educação/Covid-19 da Fundação Lemann. América-Latina caminha para a adoção da educação híbrida Plataforma auxilia a identificar aprendizagens na pandemia 5 habilidades desejáveis para o educador do século 21 Das 27 unidades federativas do país, apenas 12 já autorizaram a reabertura: Amazonas São Paulo Ceará Pernambuco Piauí Sergipe Espírito Santo Rio de Janeiro Paraná Rio Grande do Sul Santa Catarina Tocantins O retorno às escolas estaduais está se dando de maneira gradual e, mesmo quando todos os alunos voltarem, será preciso ensinar dois anos em um. A tecnologia entra, nesse caso, como importante apoio para as aulas de reforço, como algumas Secretarias de Educação já estão se planejando. Ainda segundo a pesquisa, para 81% dos professores, a tecnologia é uma grande aliada na promoção de um ensino mais ativo. Para 55% dos professores é imprescindível ter escolas conectadas em 2021. Outros dados sobre tecnologia e conectividade da pesquisa Datafolha com professores encomendada pela Fundação Lemann: Apenas 3% dos professores não se sentem preparados para dar aulas com tecnologia 7% dos professores acham importante oferecer equipamentos e acesso à internet de alta velocidade para alunos e professores que não disponham, caso as escolas não reabram até o fim do ano 55% dos professores acham que a internet da sua escola não é adequada para continuar usando tecnologia no retorno às aulas; 29% não têm acesso à internet na escola e só 16% acham que a velocidade é adequada Após a pandemia, 64% dos professores consideram imprescindível a todas as escolas terem acesso à internet de alta velocidade 59% acham imprescindível todos os professores terem acesso e 47% acham imprescindível todos os alunos terem acesso 76% dos professores dizem que farão mais formações de forma remota após a pandemia do que o quanto faziam antes da pandemia Mesmo diante dos recentes cortes e a não execução no orçamento da educação no executivo federal, há alguns projetos de lei, tanto na Câmara quanto no Senado, que estão em tramitação. "Precisamos de ações concretas ainda em 2021, pois a tecnologia veio para ficar na educação. No ano que vem, uma escola conectada vai ser chave para garantir o modelo híbrido que seguiremos tendo", ponderou Castilhos. Senadores e deputados terão a oportunidade de apreciar projetos de lei até o fim do ano e deixar um legado para a Educação. O PL 172/202, por exemplo, permite o uso de recursos do Fundo de Universalização de Telecomunicações (Fust) para a ampliação da banda larga em escolas públicas, especialmente na zona rural, com velocidade adequada, até 2024. "Fomos pegos de surpresa em 2020, mas não podemos terminar o ano sem uma ação significativa que resolva a conexão da educação. Nossos senadores e deputados têm nas mãos a oportunidade de conectar milhões de estudantes, especialmente aqueles que mais precisam", reiterou Cristieni Castilhos. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #fundaçãolemann #retomadaescolar #pandemia

Abed realiza segundo congresso virtual de 2020 a partir do dia 23

O evento, 100% online, acontece até o dia 27 e traz como destaque as mesas-redondas. As inscrições são gratuitas e ainda estão abertas Com o 26º Congresso Abed Internacional de Educação a Distância (Ciaed) presencial adiado para o próximo ano em virtude da pandemia da Covid-19 e o isolamento social, a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed) está realizando eventos remotos para manter as discussões em torno das questões da EAD. O primeiro Ciaed Virtual aconteceu em setembro, e a segunda edição do Ciaed Virtual será realizada na próxima semana, entre os dias 23 a 27 de novembro. "Falar sobre a educação a distância tem se tornado cada vez mais essencial em uma sociedade que enfrenta profundas transformações e com a pandemia, cujo processo de expansão da EAD se acelerou de forma jamais vista antes", disse o presidente da Abed, Fredric Litto. Pesquisa da Abed revela panorama das atividades remotas de 2020 ARTIGO: 'A pandemia e a qualidade do EAD' ARTIGO: 'Quem se prepara para o futuro digital não depende da sorte' O evento é 100% online, gratuito e aberto ao público. O destaque do evento serão as mesas-redondas com participação de importantes profissionais da EAD. Estão previstos debates sobre temas relevantes para a comunidade da educação a distância. A programação preliminar do Ciaed Virtual está disponível para consulta no site da Abed neste link, mas está sujeita a alteração. "A sociedade do mundo todo se viu obrigada a adequar e aderir à educação mediada por tecnologias. Cada vez mais, as instituições de todo o mundo tendem a incorporar a educação a distância em seu sistema de ensino, ofertando opções que mais se adequem aos diversos perfis de alunos”, ressaltou Litto. Todos os participantes contarão com emissão de certificado de participação geral, sendo que não haverá menção de carga horária no documento. A transmissão será no Canal da Abed no Youtube. As inscrições podem ser efetuadas até 27 de novembro, último dia do evento. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #EAD #abed #ciaed

Como encontrar materiais pedagógicos gratuitos no Google for Education?

Conteúdo para aulas, videoaulas e séries audiovisuais da Fundação Roberto Marinho estão disponíveis na plataforma do Google Classroom A Fundação Roberto Marinho firmou parceria com a Google for Education para oferecer conteúdos educacionais de apoio a professores e gestores de escolas públicas em todo o país. A iniciativa nasceu do desejo das duas instituições de contribuir com as redes de ensino público ao oferecer um conteúdo educacional variado e de fácil acesso nesse período de grande desafio para a educação. A mobilização, independentemente do cenário atual, é muito importante. "O momento é urgente. Por isso, nos mobilizamos para oferecer soluções customizadas e de qualidade, de maneira ágil, para os estudantes, educadores, familiares e instituições parceiras de todo o país", disse o secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, Wilson Risolia. 20 habilidades tecnológicas que todo professor deve ter Nova formação de professores deve ser para além das tecnologias Plataforma auxilia a identificar aprendizagens na pandemia 5 habilidades desejáveis para o educador do século 21 A expectativa com a parceria é aumentar a base de conteúdos gratuitos disponibilizados no Google Classroom. "Embora a tecnologia seja um componente essencial para a formação, ela precisa dos professores para ser parte poderosa dessa solução", afirmou Alexandre Campos, head do Google for Education para o Brasil. Parte do acervo pedagógico da Fundação voltado ao Ensino Fundamental II e ao Ensino Médio -- em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) -- está disponível gratuitamente no Google Classroom, da plataforma GSuite for Education, presente em milhares de escolas em todo o país. Todo o material pode ser acessado pelas escolas e secretarias de Educação que já utilizam a ferramenta, no site da Fundação. Para a escola ou secretaria receber acesso a esses conteúdos, basta entrar no site e realizar um cadastro. O acervo disponível é composto por materiais de aulas de todas as disciplinas, além de videoaulas e uma seleção de séries audiovisuais do Canal Futura, desenvolvidos pela Fundação Roberto Marinho. Tudo adaptado por uma equipe multidisciplinar do Google for Education em objetos de aprendizagem interativos, dinâmicos e atraentes para todos os públicos. Tais objetos estão disponíveis em Google Formulários para uso imediato e de forma simples, direto no Google Sala de Aula. Podem ser usados no formato em que estão ou podem ser editados pelos professores para atender às suas necessidades pedagógicas. Os professores darão acesso aos estudantes, que podem utilizar qualquer dispositivo, inclusive celulares, para utilizar o conteúdo. De acordo com as parceiras, a plataforma poderá ser usada para dinamizar as aulas e oferecer aos jovens atividades complementares ao planejamento pedagógico. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #professores #googleforeducation #fundaçãorobertomarinho

Enem Seriado é mais do que nova forma de acesso para universidades

Para o sócio-diretor da Evolucional, Vinícius Freaza, a reformulação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) abre novos caminhos de acesso ao ensino superior Vinícius Freaza* Um novo caminho foi aberto para que alunos concluintes do Ensino Médio possam ingressar em universidades. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou que o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) já existente precisará ser reformulado para começar a ser aplicado já em 2021. Agora, ele será realizado em todas as etapas escolares e terá caráter censitário, para todos os alunos das redes de ensino público e privada. Na etapa do Ensino Médio, o candidato poderá concorrer a vagas no Ensino Superior com as notas obtidas nos 3 anos do Saeb, e daí vem o nome "Enem Seriado". O Enem tradicional continuará acontecendo e, pelo menos por enquanto, coexistirá com o novo formato. As universidades poderão optar por aderir à nova modalidade e reservar uma quantidade específica de vagas para essa categoria. A iniciativa é uma oportunidade de mostrar de forma mais ampla os atributos individuais dos alunos, levando em consideração que uma prova unificada como o Enem tradicional pode não avaliar muitas aptidões adquiridas pelo estudante durante os anos do Ensino Médio. O presidente do Inep, Alexandre Lopes, afirmou no início do ano, quando a possibilidade foi anunciada, que o Enem seriado é mais do que apenas uma nova forma de ingresso ao ensino superior. As escolas e professores poderão utilizar a avaliação seriada como parte de sua estratégia pedagógica, pois terão condições de analisar a evolução dos seus resultados e planejar intervenções em intervalos de tempo menores. Além disso, os alunos poderão receber devolutivas individuais anuais, para identificarem seu crescimento e também suas lacunas de aprendizagem, entendendo onde precisam melhorar. Essa lógica vai muito ao encontro da visão sobre o papel da avaliação que desenvolvemos na Evolucional, startup de educação baseada em dados e evidências. Criamos simulados alinhados às avaliações oficiais do MEC, que permitem às escolas enxergar a situação da aprendizagem dos alunos em intervalos de tempo mais curtos. A partir dos dados e informações que geramos, é possível que as escolas reavaliem e modifiquem suas estratégias pedagógicas gradativamente, em intervalos de tempo relativamente pequenos durante o ano letivo. Na educação brasileira em geral, a cultura da avaliação somativa -- utilizada com a função apenas de verificação da aprendizagem após determinado período -- se sobrepõe à cultura da avaliação diagnóstica, que é aquela utilizada para entendimento de lacunas e construção de planos de ação e estratégias pedagógicas. Em resumo: primeiramente as aulas são dadas, e, depois de determinado tempo, uma avaliação é aplicada. Ocorre que os resultados dessas avaliações, muitas vezes, não são levados em consideração para a construção de ações específicas para garantir o aprendizado daquilo que ainda não foi aprendido, e as notas acabam servindo apenas como rótulo para os alunos. Em uma escala maior, é exatamente o que acontece quando temos apenas uma avaliação oficial aplicada ao final de um segmento, como é o caso do Enem tradicional. Não há chance ou espaço de tempo para qualquer intervenção que promova o aprendizado com base em lacunas apontadas pelos resultados da avaliação, pois ela ocorreu apenas ao final do processo. A nota é mera aferição do aprendizado do aluno nas áreas avaliadas pelo exame. Com o Enem seriado, temos a oportunidade de mudar sensivelmente esse panorama. Embora as avaliações sejam aplicadas ao final de cada série e, portanto, no contexto dessa série, elas ainda guardam um caráter somativo, quando olhamos ao longo de todo o Ensino Médio, teremos ao menos mais dois pontos de checagem com avaliações oficiais sobre o processo de aprendizagem dos alunos. Nessa perspectiva, as avaliações aplicadas ao final da 1ª série do Ensino Médio, por exemplo, podem servir como diagnósticos para a 2ª série, e o mesmo vale para o ciclo seguinte. Isso é muito mais do que temos hoje! Em 2021, primeiro ano de implementação do novo modelo, a prova será destinada apenas a alunos de 1ª série do Ensino Médio e abordará somente questões de língua portuguesa e matemática. Depois, a avaliação será expandida gradativamente para outras outras áreas do conhecimento e demais séries da educação básica, ampliando também as possibilidades de entrada nas faculdades públicas ou privadas que adotarem o exame em seu processo seletivo. O acesso à universidade ainda é uma questão sensível no país e, além do necessário aumento no número de vagas nas universidades, novas maneiras de abarcar alunos, como o Enem Seriado, poderão contribuir para a democratização do Ensino Superior. *Sócio-diretor da Evolucional

Equipe Medusa é a vencedora do Inova Jovem Unicamp 2020

A equipe Medusa, do Colégio Poliedro Campinas, desenvolveu um aplicativo de prevenção de violência sexual para mulheres Karen Canto* A grande vencedora da final do Inova Jovem 2020, programa idealizado e promovido pela Agência de Inovação Inova Unicamp, foi a equipe Medusa do Colégio Poliedro Campinas. O evento ocorreu no fim de outubro, e reuniu mais de 300 pessoas interessadas em conferir as apresentações das finalistas. As seis equipes finalistas apresentaram os pitches de seus modelos de negócio para que a banca pudesse avaliar qual delas estava mais bem preparada para levar seu produto ou serviço ao mercado. Unicamp tem sua primeira rede de investimento-anjo: a UniAngels A sétima edição da maior competição de empreendedorismo voltada ao ensino médio do Brasil foi totalmente online e recebeu inscrições de 136 equipes e mais de 500 alunos de ensino médio regular e técnico. Para o diretor-executivo da Inova, o programa é de grande importância para o ensino do empreendedorismo ainda no ensino médio: “O Inova Jovem é uma das pérolas da Inova porque aproxima os jovens do empreendedorismo e da inovação, ensinando a eles como transformar ideias em produtos e serviços com grande impacto socioeconômico. Poder ensinar isso a esses jovens talentosos antes mesmo deles entrarem na universidade é fantástico. Quando vemos tanto talento assim, passamos a acreditar mais no nosso futuro”, comemorou Frateschi. A equipe Medusa é composta pelas alunas Estela Salvi Curi, Luiza Lima Marques e Maria Beatriz Souza Neves. Elas desenvolveram a ideia de um aplicativo de prevenção de violência sexual para mulheres. A solução pretende reunir várias informações sobre abuso sexual, pontos de apoio e locais de denúncia para vítimas, além de orientações sobre a Lei Maria da Penha. Segundo Maria Beatriz Souza Neves, a motivação para desenvolver o aplicativo foi devido as leis punirem os abusadores, mas não prevenirem o abuso sexual. Assim, a equipe escolheu atuar na prevenção e no acolhimento, com base na informação. Banrisul lança hub de inovação com Tecnopuc Edtech Sensorama é a mais nova incubada da Tecpar “Estamos muito contentes com esse resultado e principalmente com a oportunidade de participar deste programa incrível da Inova. Obrigada a todos que nos apoiaram, nossos pais, amigos e familiares. E um agradecimento especial por todo suporte que recebemos de nossos professores e de toda a equipe do Colégio Poliédro.” Comemorou Maria Beatriz. A equipe vencedora levou o prêmio de mil reais por integrante mais certificados. Além da votação da banca, também foram premiadas na categoria Voto Popular a equipe Ecology Camp, formada pelas alunas Ana Beatriz Basilio Vallim, Caroline Freitas Zambonato, Claudia Viccário Amantini e Isabelli Meireles Alves da Etec Rodrigues de Abreu, de Bauru-SP. O modelo de negócio, em alinhamento com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), propõe a reutilização de pneus para a fabricação de itens de decoração artesanais com preços competitivos. As alunas receberão certificados como vencedoras na categoria. Participaram da banca examinadora da edição do Inova Jovem 2020 Roseane Ramos, Board Advisor da Agência Sabiá e Conselheira do Unicamp Ventures; Carolina Jansen, Coordenadora de Comunicação e Relacionamento com Cliente da Expo Ensino; Murilo F. M. dos Santos, Sócio-Fundador da FM2S e Tassia Martins Rande, Product Owner na Matera. *Bolsista Mídia Ciência Fapesp

Minicurso 'Docência Digital' é nesta terça, às 19h

Evento é gratuito e acontecerá, com transmissão ao vivo, no Canal do YouTube do Educador21. Aula será ministrada por Thiago Almeida Apesar do salto tecnológico da Educação impulsionado pela pandemia do novo coronavírus, muitos educadores acreditam que o período pós-pandemia imediato acentuará as diferenças entre as instituições de ensino. "Ficarão evidentes as limitações do nosso modelo tradicional", explicou Thiago Almeida, professor e diretor executivo da Escola Hub. Na opinião do educador, as instituições que não estão discutindo mudanças acabarão em conflito com sua comunidade, e aquelas que estão transformando seus processos sairão na frente e serão referência para o futuro da Educação. COLUNA GESTÃO INOVADORA: 'O dilema da inovação na Educação' Para ajudar os educadores -- sejam professores, sejam gestores educacionais -- a passar por essa transformação necessária neste momento, o Educador21 transmitirá, ao vivo, nesta terça-feira, 17 de setembro, no Canal do Educador21 no YouTube, o minicurso 'Docência Digital'. A partir das 19h, nossos leitores têm esse encontro marcado com Thiago Almeida, que aprofundará as discussões em torno do tema e abordará outras questões que o assunto envolve. O professor estará acompanhado da diretora de Operações e cofundadora do Educador21, Andréa Marini. O acesso é gratuito e sem necessidade de efetuar cadastros. Alem de acompanhar a exposição, os educadores que participarem poderão esclarecer suas dúvidas diretamente com Thiago Almeida, que reservará um tempo no final da transmissão para interação, respondendo a perguntas que forem enviadas pelo chat. Dependendo da quantidade de questionamentos que surgirem, algumas da perguntas poderão ficar para serem respondidas posteriormente -- mas nenhuma ficará sem resposta. "Este foi um ano em que pensamos muito sobre Educação, refletimos muito sobre Educação e, sem sombra de dúvida, questionamos muito a Educação", avaliou Thiago Almeida, que desde o início do mês assina a coluna Gestão Inovadora no Educador21. O e-book "Docência Digital", escrito por Thiago Almeida, continua disponível para download no portal Educador21. Editada pela Hub Books, a publicação traz uma análise sobre os caminho da docência no pós-pandemia, para a qual o mini-curso funcionará como uma espécie de complementação. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #docênciadigital #canaleducador21 #escolahub

América-Latina caminha para a adoção da educação híbrida

Fórum de Educação para América Latina da da Microsoft traça os caminhos das escolas do continente rumo à aprendizagem híbrida Realizado de maneira remota, o Fórum de Educação para América Latina organizado pela Microsoft Education reuniu líderes educacionais da região para discutir os desafios da aprendizagem remota impostos pela pandemia da Covid-19. O encontro aconteceu no último dia 12 de novembro, com transmissão na plataforma Teams. As habilidades do futuro que os alunos precisam desenvolver em meio a tantas dificuldades enfrentadas pelo setor também estiveram em pauta. Essa questão foi abordada na abertura oficial da tarde de discussões, com uma apresentação do vice-presidente Global de Educação da Microsoft, Anthony Salcito. Um e-book de presente: do Educador21 aos mestres, com carinho Novo e-book do Educador21 aborda questões da 'Docência Digital' O VP frisou a importância de haver um equilíbrio entre habilidades técnicas e sociais para oferecer uma aprendizagem abrangente aos estudantes. "Durante a pandemia, eles usaram as mesmas ferramentas utilizadas no mundo corporativo, e seguiram um ritmo semelhante bem semelhante do cotidiano dos escritórios. Imaginem quantas habilidades estão adquirindo para suas futuras profissões", ressaltou o executivo da Microsoft. Com dados de pesquisas em sua apresentação, Anthony Salcito mostrou como essas novas habilidades são necessárias tanto para os empregos de hoje como serão necessárias para funções que ainda não existem -- e para os quais os educadores de hoje precisam ajudar a preparar seus alunos. São habilidades como: Blockchain computação em nuvem raciocínio analítico inteligência digital design da interface do usuário análise de negócios inteligência emocional pensamento crítico comunicação Salcito também falou sobre aplicar as experiências destes últimos meses em um novo modelo de aprendizagem. Na opinião do VP de Educação da Microsoft, esse novo modelo será híbrido, combinando aulas presenciais e virtuais. O que, na sua opinião, permite aproveitar ao máximo os benefícios que a tecnologia trouxe para a Educação: "Devemos aproveitar o valor da tecnologia para impulsionar a Educação em busca de melhorias". A adoção da educação remota em países do continente, os desafios da falta de conectividade e as inovações realizadas para enfrentar o desafio apresentado pela pandemia -- além das adaptações curriculares à educação remota -- foram alguns dos pontos de destaque dos painéis que se seguiram à apresentação de Anthony Salcito. Com moderação de Luciano Braverman, diretor de Educação da Microsoft América Latina, o evento contou com a participação de representantes da Argentina, Equador, Costa Rica, Brasil, México, República Dominicana, Chile e Colômbia. Em comum, o uso das tecnologias Microsoft para apoiar a transformação digital local, visando a garantir a continuidade das aulas para os estudantes desses países. Um dos destaques foi a discussão em torno do papel da tecnologia na educação. Os participantes falaram sobre as oportunidades e conhecimentos adquiridos com o uso de novas tecnologias como Inteligência Artificial na educação. Também compartilharam experiências de sucesso com o ensino remoto em seus países, e apontaram tendências da educação para o pós-pandemia. Lidia Camacho, coordenadora-geral do @prende.mx na Secretaria da Educação Pública do México, apresentou aos participantes a Innovacción, um plano que integra o pilar de Habilidades para o Futuro, do programa "Inovar para o México". A iniciativa é resultado de uma com a Secretaria de Educação Pública do México e a Microsoft para contribuir com o desenvolvimento do país por meio da tecnologia. 5 habilidades desejáveis para o educador do século 21 Venha conhecer a comunidade VOA educador Pesquisa da Abed revela panorama das atividades remotas de 2020 O plano busca o desenvolvimento de habilidades dos alunos para o uso de novas tecnologias, por meio de laboratórios especializados em importantes universidades públicas do país. Em sua primeira fase, a iniciativa teve mais de 40 mil alunos matriculados. O showcase da escola Notre Dame, da Repúbica Dominicana, resultado de um relacionamento de mais de uma década com a Microsoft, foi mostrado pela sua diretora, Maria Lorraine Rodriguez de Ruiz-Alma. A escola passou 100% de seu currículo para um formato digital em apenas dois dias, beneficiando quase 500 alunos para enfrentar a pandemia. O sucesso foi tamanho que, em recente pesquisa, mais de 98% dos pais decidiram manter o sistema de educação remota continuamente. Outro caso de sucesso foi o da Universidad Andrés Bello (Unab). Em conjunto com a Microsoft Chile, a instituição implementou um curso de Transformação Digital para Negócios. Conforme relatou seu reitor, Julio Castro Sepúlveda, o curso busca antecipar as demandas que a indústria necessita das novas gerações de profissionais, preparando-os com as ferramentas e soluções da Microsoft. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #microsoftlatameducationforum

Jovens Gênios abre segunda turma para formação para professores

Estão abertas as inscrições para a segunda turma da Nova Educação, realizada pela edtech Jovens Gênios. O curso é gratuito, com vagas limitadas Professores de todos os níveis do ensino básico interessados em aprimorar suas práticas pedagógicas devem ficar atentos ao curso de atualização oferecido pela edtech Jovens Gênios. Especializada em soluções digitais, gamificação, ensino híbrido e inteligência artificial, a startup recebe inscrições para a segunda turma da Formação Gamificada para Educadores. Um e-book de presente: do Educador21 aos mestres, com carinho 5 habilidades desejáveis para o educador do século 21 Novo e-book do Educador21 aborda questões da 'Docência Digital' As inscrições, gratuitas, devem ser efetuadas no site A Nova Educação - Formação Gamificada em Metodologias Ativas. Mas as vagas são limitadas. As atividades terão duração de um mês, por meio de um canal exclusivo no YouTube. A formação terá quatro encontros, nos dias 19 e 26 de novembro e 3 e 10 de dezembro, sempre das 19h às 20h30. “Os alunos de hoje são nativos digitais e precisam que o conteúdo em sala de aula esteja próximo de suas realidades, tornando o aprendizado mais divertido e personalizado por meio de tecnologias educacionais baseadas em teorias pedagógicas”, disse Bernard Caffé, cofundador da Jovens Gênios. O curso terá trilhas de aprendizagem, desafios e orientação sobre a retenção da atenção dos alunos. Os encontros serão divididos em quatro níveis: As Eras da Educação (passado, presente e futuro da aprendizagem) Gestão de Aprendizagem, Taxonomia de Bloom e Curva do esquecimento Metodologias Ativas de Aprendizagem Avaliação e feedback Além dos conteúdos aprendidos e dos projetos apresentados, a Jovens Gênios avaliará os participantes com base em critérios que envolvem o relacionamento e as interações entre os professores participantes durante as lives da Formação, respostas em quizzes de retenção e entrega de um projeto final. 33 edtechs brasileiras no TOP 100 da América Latina Os autores dos melhores projetos apresentados receberão como prêmios vouchers com valores de R$ 1.000, R$ 500 e R$ 250, que poderão ser usados nas Americanas.com. Todos os inscritos que completarem 100% da Formação ganharão certificado e ainda participarão automaticamente de dois sorteios. Um dos prêmios será uma credencial para o Congresso Bett Educar, que será realizado de 11 a 14 de maio de 2021, em São Paulo. O outro será o acesso gratuito à plataforma Jovens Gênios para a escola do educador durante todo o ano letivo de 2021. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #startups #edtechs #jovensgênios #formaçãoparaprofessores

Prêmio iBest 2020 divulga finalistas da categoria Educação

Votação aberta para todas as 52 categorias do Prêmio iBest 2020 -- incluindo Conteúdo de Educação -- acontecerá até o dia 2 de dezembro, pela internet Chegou a hora de conhecer os três melhores Conteúdos de Educação do Brasil, segundo o voto popular do Prêmio iBest 2020. Além da votação aberta aos brasileiros, um time de especialistas e personalidades também escolhe seu campeão na categoria. "O iBest existe para apontar o que há de mais importante e melhor para os brasileiros em todo o Universo Digital, e as iniciativas que forem vencedoras poderão se utilizar por um ano desta certificação de excelência, outorgada pelos próprios brasileiros", Marcos Wettreich, empreendedor e fundador do prêmio. Em uma seleção de Top 10 baseada nos novos professores influencers, o único que chegou ao Top 3 na votação popular do Prêmio iBest foi o Professor Noslen. O educador concorre com o Descomplica e o Me Salva!, dois canais líderes do setor, com múltiplos professores e conteúdos diversificados. Top 3 Prêmio Popular Descomplica Me Salva! Professor Noslen Top 3 Prêmio da Academia iBest Descomplica Mario Vergara Me Salva! Diferentemente de outras premiações, o iBest tem sua seleção baseada em algoritmos, mecanismos para aferição e confirmação de cada voto, e somente aceita um voto por votante em cada categoria. Agora inicia-se a fase final da votação para a escolha do vencedor na categoria, pela internet, até o dia 2 de dezembro. Os finalistas receberão o selo iBest, um troféu e certificação digital que mostra ao mercado e aos consumidores que a iniciativa se destaca por ter sido escolhida em votação aberta ou a especializada. Mas somente os campeões poderão ostentar o título de melhor do Brasil. O iBest foi a premiação mais importante da internet do Brasil, entre 1995 e 2006. Chamado de "o oscar" do setor, era considerado referência de qualidade dos empreendimentos ligados à internet no país. Foi desenvolvido pela Mantel Marketing, empresa de Marcos Wettreich e criadora da propriedade intelectual original sobre a marca iBest. O iBest virou uma empresa independente em 1999, quando GP Investimentos se tornou sócio da mesma. Em 2001, a Brasil Telecom ingressou como acionista da empresa, tendo assumido a totalidade do controle acionário em 2003. Seu idealizador, Marcos Wettreich, é um reconhecido empreendedor serial ligado a tecnologia e internet. Foi fundador ou cofundador de empresas como a MLab, que se tornou a Neoris; e a Booknet, base para a criação do Submarino. Engenheiro eletrônico de formação e pós-graduado em Marketing pela PUC-Rio, Wettreich ainda tem OPM pela universidade de Harvard. Em 2000, foi agraciado com o prêmio de Entrepreneur of the Year, da Ernst&Young. #educação #tecnologia #inovação #educador21 #premioibest2020 #ibest #ibesteducação