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Finlândia, Chile, EUA e os 'legados' da pandemia para a Educação

No segundo dia, a Jornada Bett Educar trouxe uma boa visão internacional sobre os legados da pandemia e o que se pode esperar para o futuro


Toda grande jornada tem seu fim. Nesta quinta, dia 24, acontece o terceiro e último dia da Jornada Bett Online. Desde a última terça-feira, a Bett Educar vem possibilitando o a cesso a muito conteúdo de enorme relevância para educadores de todo o país. E o Educador21, parceiro de conteúdo da Bett Educar nessa jornada, traz aos seus leitores uma cobertura de cada dia do evento.


Por isso, vamos registrar aqui alguns dos principais pontos apresentados no segundo dia do evento. Nas três salas de transmissão simultâneas, foram explorados três eixos para nortear as discussões: gestão (políticas públicas), EAD e futuro da educação. Foi, também, o dia que mais reuniu palestrantes internacionais, enriquecendo e abrindo ainda mais o leque do conhecimento compartilhado pela Jornada Bett Online.

Nesta quinta-feira, 25 de setembro, a Jornada Bett Online levanta questões em torno de três eixos principais: educação pública, socioemocional e ensino superior. A palestra inspiradora, que encerrará o evento, será com o Edu Lyra, fundador e CEO da Gerando Falcões.


As inscrições para participar do último dia do evento permanecem abertas. Basta clicar no banner abaixo e garantir a sua participação.

Três painéis distintos trouxeram informações sobre como outros países estão lidando com os problemas e pensando o futuro da Educação pós-pandemia. José Weinstein, diretor da área de Liderazgo no Centro de Políticas Comparadas em Educação da Universidade Diego Portales apresentou um panorama da Covid-19 no seu país, e comentou como a pandemia impactou o setor.


"No Chile ocorreu uma maior flexibilização das exigências das escolas, priorizando o currículo e a avaliação dos estudantes. Por outro lado, ficam suspensas as avaliações dos professores", disse o diretor, revelando que as autoridades chilenas terão que lidar com aumento da evasão escolar e, sobretudo o impacto para os estudantes mais pobres. Mas ressaltou que houve pontos positivos, como o aumento do trabalho colaborativo.


Em uma outra sala de transmissão, Kenneth Casey Green, fundador e diretor do The Campus Computing Project falava,diretamente da Califórnia, que mesmo nos EUA muitos não têm acesso, ou bom acesso, à internet, e também não têm equipamento adequado para a educação remota, o que foi um problema. O educador americano ainda afirmou que o país peca no investimento baixo em infraestrutura, designer instrucional e modelos de avaliação.


"Não estamos fazendo um bom uso dos dados nos processos de decisão das universidades. Deveríamos usar Big Data e Anlytics para entender os tipos de estudantes da instituições, como ajudá-los tanto no processo de aprendizagem como bolsas para os que precisam. Como melhorar sua performance. Não é apenas a tecnologia, mas o bom uso dos dados com a finalidade de reter alunos, equilibrar os estudantes da instituição", disse Green.


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