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Surge novo fundo de R$ 100 milhões para investir em startups

O MSW Multi-Corp II pretende investir em empresas de base tecnológica e em estágio inicial. Edtech é um dos segmentos no radar da gestora


Em entrevista ao site Startupi na última quinta-feira, dia 29 de outubro, Richard Zeiger, sócio da MSW, anunciou que a gestora carioca de capital de risco criou um novo fundo de R$ 100 milhões chamado MSW Multi-Corp II. O objetivo é investir em empresas de base tecnológica e em estágio inicial.


Seguindo o modelo de corporate venture, a gestora atua fazendo a intermediação entre grandes empresas e startups. De acordo com Zeiger, a empresa segue dois propósitos. O primeiro, atuar no sentido de transformar as startups em negócios sustentáveis, independentes e que cresçam de forma saudável.

O segundo é o trabalho com corporações. “Nos especializamos em, cada vez mais, ajudar as corporações a investirem em startups”, explicou o empresário ao falar sobre o primeiro fundo da gestora, o BR Startups.


Das 16 startups investidas até agora, o portfólio destaca as fintech Olivia e Quero Quitar, o clube de saúde e bem-estar Yalo, a agritech TBIT, e as edtechs Árvore e VOA Educação.

O MSW Multi-Corp II, ainda segundo matéria do site especializado, seguirá a mesma filosofia e investirá em startups que tenham sinergia com os cotistas do fundo. Richard Zeiger adiantou que os segmentos no radar do fundo, além das startups da área de telecom e TIC (Tecnologias da informação e comunicação) são:

  • fintechs

  • insurtechs

  • logtechs

  • healthtechs

  • edtechs

  • marketplaces

  • energia

  • foodtech

  • Indústria 4.0

O ticket médio para esses investimentos será entre R$ 2 e R$ 5 milhões. A MSW ainda trabalhará com projetos desde mentoria, desenvolvimento de solução, até a possibilidade da abertura de um canal comercial, por parte da corporação, para a startup atual.


Zeiger também declarou acreditar que o cenário é positivo a médio prazo. Segundo o empresário, a perspectiva é que cada vez mais as grandes corporações tenham um braço, uma atividade de corporate venture.


"Como nossa experiência vem de M&A e Educação, criamos a tese de multicorporate venture capital no Brasil com o objetivo de trazer corporações de diferentes segmentos para fazer venture capital com a gente e apoiar os empreendedores que investimos", explicou Richard Zeiger.


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